domingo, 19 de junho de 2011

Há coisas fantásticas, não há?



É o que eu digo, há coisas que me deixam mesmo boquiaberta. Não que já não esteja habituada, não que já não saiba exactamente como as coisas irão ser, mas sim porque não entendo, não consigo mesmo entender como é que as pessoas conseguem ser tão falsas, conseguem dizer tantas palavrinhas “bonitas” sem nenhuma, nenhuma delas, ser realmente verdade. Pois eu, com isso já sei lidar bem, já sei como hei-de reagir(…) Achas que vou perder mais tempo contigo? Esquece! Achas que vou ficar mal por teres sido mais um igual a tantos outros? Desengana-te. Achas que me surpreendo por haver neste mundo gente assim? Pois olha que não… Tenho 16 anos, mas infelizmente a vida já me fez perceber que, basta alguém que seja falso querer, que consegue aguentar bem uma mentira, que consegue bem disfarçar e fingir o que está longe, muito longe de ser verdade. Se pensarmos bem, fui eu quem perdeu? Não! Acredita que não, muito antes pelo contrário. Talvez um dia olhes para trás e te arrependas dessas atitudes medíocres que tomas(…) Mas, se queres que te diga, o que custa não é saber que ainda há gente como tu, o que custa não é saber que alguém ainda consegue ser mentiroso profissional, o que custa, é ver que ainda há gente a ser redondamente enganada sem sequer fazer ideia, é saber que ainda há pessoas que vivem num círculo de ilusões que lhes passa completamente despercebido. Pois eu, não gosto, aliás, nunca gostei de perder tempo com futilidades, e contigo? Não vale mesmo a pena. A vida é só uma, segundo a segundo podemos estar a perder verdadeiras oportunidades de sermos felizes, e eu? Não, eu não vou perder nem mais uma! Como sempre na minha vida, faço das (des)ilusões , motivos para ficar não só mais forte, como mais consciente da vida, e esta não vai ser mesmo excepção. E agora, como em qualquer altura, isto para mim não é uma perda, não é algo que mau me aconteceu, é sim mais uma prova que fechando-se uma porta, pode-se abrir uma janela!

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